Existe saída para…
Nenhuma virtude moral existe em n[os enquanto produto imediato da natureza, porque nada daquilo que provém da natureza pode se alterado pelos costumes. Assim, a pedra, cuja tendência natural a puxa sempre para baixo, nunca alterará esta direção mesmo que nos esforcemos por acostumá-la a uma direção contrária, lançando-a ao ar vezes e vezes sem conta… Numa palavra, não há qualquer meio de, através dos costumes, alterar as inclinações ou as tendências impressas pela natureza. Portanto, as virtudes nunca são em nós fruto da natureza, nem, evidentemente, contrárias a ela. A natureza torna-nos suscetíveis de receberas virtudes, cabendo a nós aperfeiçoá-las através de hábito (…)
Após termos agido de uma forma conforme a virtude é que adquirimos virtudes. O mesmo sucede em relação às outras artes; porque a prática é nosso principal meio de instrução no caso das coisas que só fazemos bem quando as sabemos fazer. Por exemplo, é construindo que nos tornamos pedreiros, tocando lira que nos tornamos músicos. Do mesmo modo é praticando a justiça que nos tornamos justos e praticando a temperança que nos tornamos sóbrios e moderados nos nossos desejos; assim como, finalmente, é fazendo atos de coragem que nos tornamos corajosos.
Aquilo que se passa nas sociedades civis é prova disso, é levando os cidadãos a contrair bons hábitos que os legisladores os tornam virtuosos. Assim, é na execução de todos os tipos de convenções e transações que têm lugar entre os homens que nós nos mostramos como somos, uns justos, e outros injustos; é nas ocasiões em que há perigos a enfrentar que tomamos hábitos de timidez ou de coragem, que nos tornamos covardes ou corajosos.
O mesmo acontece com as paixões, os desejos e a cólera. Porque o hábito de nos comportarmos, nas mesmas circunstâncias, uns de uma maneira e outros de outra, leva a que os homens se tornem, uns, sábios e moderados; os outros, debochados e arrebatados. Enfim, é da repetição dos mesmos atos que nascem os hábitos; e eis por que é necessário que as ações estejam submetidas a um modo determinado, porque é das suas diferenças que nascem os diversos hábitos. Portanto, não é indiferente que nos acostumemos desde tenra idade agir desta ou daquela maneira.
Fonte: Texto citado em Equilíbrio do ser. De José Otaviano, FTD, 1990.

Deus me ama tão profundamente que:
Não me livra dos problemas que eu preciso enfrentar para amadurecer e
me sentir mais forte.
Não me poupa das tristezas e decepções que são necessárias para o meu
crescimento.
Deus me ama tão profundamente que:
Me permite experimentar a dor física e a dor da alma para que eu me
torne cada vez mais sensível e mais humano.
Não tem me dado uma vida de riquezas e nem de facilidades.
Mas também não tem me dado uma vida de pobreza extrema e nem de
necessidades.
Ele me dá uma vida, onde eu possa ter, na medida certa, tudo que
preciso para viver com honestidade.
Ele me fez entender que o meu tempo aqui é curto para acumular coisas
desnecessárias à minha espiritualidade.
Ele tem me dado, principalmente, o que eu posso levar comigo, quando
eu partir, e entregar a Ele, no momento do nosso encontro.
Deus, em sua suprema sabedoria, sabe o que eu preciso para ser feliz.
Ele sabe que a minha felicidade não está nas coisas materiais.
Ele sabe que, se eu tivesse uma vida de riquezas, provavelmente eu
daria tanto valor às futilidades que até me esqueceria Dele.
E se eu me esquecesse Dele, logo chegaria o dia em que eu me sentiria
extremamente infeliz.
Repleta de valores materiais, mas vazia por dentro.
Deus me ama tão profundamente que:
Tem feito de mim uma pessoa forte, esforçada, lutadora, que sonha,
que chora, que cai e se levanta, que olha pra cima e que vê longe…
Muito além do que se pode tocar com as mãos.
Tem feito de mim uma pessoa que busca dar a sua parcela de
contribuição para a vida. E que vive para realizar o que anseia
espiritualmente. Mesmo que sozinha. Porque sozinho nunca estarei.
Tenho o profundo amor de Deus comigo.
Deus me ama tão profundamente que me fez entender:
Que o tempo que eu perco nas minhas lutas diárias, que a dor física e
a dor da alma me aproximam mais Dele.
Que mesmo nas minhas tristezas e decepções ele está sempre comigo.
A UEL (Universidade Estadual de Londrina), no Paraná, anunciou nesta terça-feira que 14 alunos do curso de medicina estão impedidos de se formar. A suspensão ocorre após um grupo de cerca de 40 formandos ter invadido, no último dia 20 de novembro, o pronto-socorro do Hospital Universitário, localizado dentro do campus. Fonte: Folha
A cultura acadêmica nutre a inteligência, mas não é o alicerce de uma vida feliz. O aluno sai da escola conhecendo o mundo exterior, mas desconhecendo o anfiteatro da sua mente. Ele sabe discursar sobre o mundo físico, mas não sabe falar de si mesmo. É um gigante na ciência, mas um frágil menino diante das suas perdas e desafios. O mundo acadêmico está em crise. Ele dá diplomas, mas não prepara os jovens para a escola da vida. Você está preparado apenas as vitórias ou também para as derrotas?
Augusto Cury, em: Dez Leis para ser feliz.
“A leitura limpa e sã será para o espírito o que é para o corpo o alimento saudável“. Ellen G. White. Mente, Caráter e Personalidade -I, pág. 107.
Sorria,
Sempre nos momentos de tristeza e angústia
Para que a alma não se acostume ao sofrimento,
não se cale em desespero, e não adormeça eternamente
Sorria,
Para que a vida seja mais bela
Para que o amor seja mais forte e verdadeiro
Para que as flores e tudo mais possam fazer sentido
Sorria,
Sempre que a vida parecer confusa
Para que as luzes possam brilhar, e para que as respostas e soluções possam surgir, para os problemas serem mais fáceis de serem resolvidos…
Sorria,
Em todos os momentos da vida
Porque o sorriso é um remédio para todas as dores, e um meio de se chegar a completa e verdadeira Felicidade!